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Uma das decisões mais importantes no planejamento refere-se à escolha da melhor estrutura para efetivar a compra do imóvel. Por exemplo, o investidor estrangeiro terá de decidir se quer realizar o negócio de imobiliária nos EUA como um proprietário individual, como membro de uma sociedade de responsabilidade limitada – Limited Liability Company (LLC), ou como um acionista de uma empresa nacional ou estrangeira. Uma das opções a serem consideradas pelos investidores estrangeiros interessados em adquirir imóveis exclusivamente para seu uso pessoal é a aquisição direta, que é uma estrutura menos complexa.
Alternativamente, o investidor estrangeiro pode adquirir o imóvel por meio de uma LLC de apenas um sócio, uma empresa de responsabilidade limitada composta apenas por um membro. Sujeita à legislação local aplicável, a LLC típica iria fornecer proteção de responsabilidade limitada ao valor do aporte do capital na entidade e também manter a posse direta para fins fiscais. Quando o imóvel é vendido, a estrutura tributária é simples. Só há um nível de imposto cobrado e os ganhos com a venda do imóvel podem qualificar-se por ganhos de capital, que podem ser considerados de curto e longo prazo, conforme definição a seguir: Ganho de capital de curto prazo – Rendimento obtido com a realização de investimentos adquiridos há menos de um ano, tributado como receita ordinária. Ganho de capital de longo prazo – Rendimento obtido com a realização de investimentos adquiridos há mais de um ano, tributado a 0%, 15% ou 20%. Aquisição de ativos de imobiliárias por meio de uma sociedade por ações – Uma sociedade por ações para investimento em ativos de imobiliárias nos EUA com dono estrangeiro fornece uma proteção de responsabilidade ao investidor, o que significa que eventuais passivos referentes ao imóvel adquirido se limitam ao capital aportado na empresa. Além disso, a empresa deve apresentar o seu próprio imposto de renda, evitando assim que a pessoa física precise declarar renda nos Estados Unidos – salvo em caso de distribuição de dividendos. Entretanto, nas declarações obrigatórias, a corporação deverá divulgar o nome e os dados completos da pessoa que possui 50% ou mais de ações da empresa.